sexta-feira, 30 de março de 2012

Entrevista: Anseio Coletivo

Confira uma entrevista com Leo, Gustavo e Alexandre, respectivamente baixo, bateria e guitarra do Anseio Coletivo.




[TJC] Como vocês se conheceram?

Alexandre: O Lucas e o Léo já se conheciam já desde a escola, eu também conheci eles lá. Os dois se uniram para formar a banda Anseio Coletivo aí teve a necessidade de chamar outros músicos, primeiro chamaram o Gustavo que já era um conhecido antigo, depois veio o Tico.
O Tico, o Anseio Coletivo conheceu no Rolling Stone ( bar dedicado ao rock que fechou recentemente na cidade) numa apresentação de uma banda chamada OTUS, de Mangaratiba, o Tico tocava nessa banda, vimos que ele fazia o perfil da banda e chamamos ele.

Eu entrei na banda por intermédio do Gustavo, eu tinha conhecia mais ele. Teve um dia em uma apresentação em Seropédica aí eu fui lá e dei uma canja, aí a galera gostou e eu entrei.

Léo: Ficamos namorando ele um tempo...

[TJC] Com essa formação, a quanto tempo vocês tocam juntos?

Léo: Desde o ínicio do ano, mas a banda começou em maio de 2008.

[TJC] Como vocês classificam o som de vocês?
Todos: Rock nacional.
[TJC] E o repertório?
São músicas próprias com músicas dos anos 80, algumas coisas internacionais também.

[TJC] Qual música que não pode faltar em um show?

Da banda é “O mundo não quer paz”. Um cover forte é “Ideologia”.

[TJC] Por que Anseio Coletivo? Expliquem o porque do nome da banda.

Alexandre: A banda é o anseio de passar uma mensagem para o público.

Gustavo: Explicando o nome da banda é o anseio de você passar através da música uma mensagem, ou pela letra ou como você se expressa com o seu instrumento. Que apesar de as vezes a música ser romântica ou falar de coisas do dia a dia, mas o som tá ali colocando a característica de cada um.

[TJC] Não estamos com a banda completa, mas para fechar o caso, quais as principais influências de vocês?

Léo: Para mim é rock nacional, reggae e punk tipo Red Hot Chilli Peppers, Paralamas do Sucesso, Biquíni Cavadão.

Gustavo: Eu tenho influência de Led Zeppelin, Black Sabbath e nacional Paralamas, Sepultura e Sarcófago, um som mais pesado.

Alexandre: Bem, eu comecei a tocar guitarra ouvindo George Benson, que é um lance mais jazzístico e desde o ínicio eu gostei mais dessa praia do Jazz. Miles Davis... Gostava muito dessa galera.

Mais para o lado do rock eu gosto de Sartriani, Steve Vai. Alguma coisa mais pesada eu fico com Megadeth, Black Sabbath. Nacional eu gosto muito de Engenheiros do Havaí, eu escuto praticamente todos os dias.

As influências da banda são bem ecléticas.

O Lucas é Legião Urbana, Ira!, Blind Sight.

Tico eu sei que curte Jay Vaquer, Kid Abelha, Cazuza.

[TJC] E para 2012?

Léo: Lá para abril deve ter um cd, tava faltando uma 4 músicas.

[TJC] E trabalhos?

Gustavo: Eu trabalho em uma loja de instrumentos musicais no Centro de Itaguaí. Japinha também, balconista.

Léo: Eu trabalho em uma loja de materiais de construções.
O Lucas trabalha com técnico de informática e o Tico é recreador de crianças

[TJC] Porque ter uma banda?

Alexandre: Acho que, para nós, o caminho mais fácil de se expressar os seus anseios é através da música. É a única coisa que a gente sabe fazer.

Léo: Realmente a música é uma forma bem completa de se expressar. Através de uma mensagem direta com a letra e também com o sentimento usando o próprio instrumento.

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